Blog duma gaja... bem... esquisita, estranha, tarada:) Enfim... queer!

12.30.2005

A saga continua:)

Como penso que o texto do André marca um certo tom na abordagem do Odete, publico aqui de novo um comentário que lhe fiz, porque realmente não concordo:
André: agora sim, fui ler o teu texto (tinha parado a leitura inicial quando vi a história a desenrolar-se). E eis o que me parece (num tom radicalmente oposto ao teu):
1) A poesia não é mórbida, é sempre libertadora, criativa (neste mundo não há nada como ser inverosímil, como bem viu o João Pedro)
2) Eles não são sombrios (precisamente porque a poesia nunca é mórbida) e não são vítimas porque nos provam que aquilo que se deseja não morre nunca, re-inventa-se. Daí o final ser feliz.
Quanto à consistência na fotografia prefiro O Fantasma - mas considero-o realmente excepcional e a este muito bom.
Quanto à banda sonora, também é falsamente taciturna - e digo isto pela forma irónica e alegre como termina. Na minha perspectiva, claro...
Só uma nota final para dizer que concordo inteiramente com os comentários do Joaquim - os actores estão muito bem mas há ali uma ou outra deixa que era tão fácil ver/ouvir que estava fora do tom...

2 Comments:

Blogger Andre said...

e eu piublico o meu comentário ao teu:
"Querida Anabela, por poesia mórbida não disse morta. E por agirem por pulsões e instintos é claro que são sempre acções libertadores. Eu vejo-os vítimas de si próprios e desejando o morto ou o inexistente. É claro que a sobrevivência para tudo isso será uma re-invenção ou uma substituição. mas, hey, não vale contar tudo! "
Odete RULES!

12:37

 
Blogger Anabela Rocha said...

Ok, ok, já nos entendemos melhor:)

19:22

 

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